"Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava. Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo."
Não me chame de amor, se você não tem a intenção de me amar. Não me chame de bebê se você não tem a intenção de cuidar de mim. Não me chame de princesa, se você não tem a intenção de ser meu princípe.